segunda-feira, 19 de junho de 2017

Rádio zap zap.




Estamos vivendo um tempo de excessos. Excessos de informações, dados, mensagens, ruídos em nossas conversas e nesse cenário, excesso de grupos de Whatsapp ou Telegram etc. A antiga rádio corredor virou uma espiral eletrônica de grupos e mais grupos reunidos para disparar, sem qualquer critério, todo tipo de mensagem. 

Num tempo de fake news, surgidas a partir da possibilidade de qualquer usuário criar e emitir conteúdos e gerar notícias, o excesso aparenta ser uma questão de transparência que, na verdade, com seu desequilíbrio quantitativo, não nos permite mais separar o joio do trigo nem nos permite enxergar com clareza o conjunto disponível de informações. O excesso nos cansa e nos tira do foco.

Nesse ambiente sobrecarregado, aquilo que é urgente e importante também fica misturado com aquilo que é postergável, fútil, inútil. Juntemos a esses grupos ainda o tsunami de e-mails e as horas para acompanhar as demais plataformas on line e nosso dia ganha uma sobrecarga extra de estímulos aos quais ninguém pode dar conta. Certamente, apenas os algoritmos e os robôs.

Qual a saída?

As empresas podem e devem buscar soluções para essa nova realidade através da orientação aos seus empregados. Uma didática social para uso das redes sociais pode ser ensinada a fim de evitar déficits de atenção, garantir melhor administração do tempo e também diminuir a repercussão da rádio corredor agora uma rádio zap zap instantânea. Educar para o universo social é vital em tempos digitais. 

A magia dessas ferramentas iludem e encantam, mas devem ser percebidas também naquilo que podem atrapalhar o andamento das rotinas de trabalho. 

sábado, 15 de outubro de 2016

Humanizar as relações humanas.



Um canteiro de obras da BP em Baku, no Azebaijão, me faz refletir sobre como diante das dimensões gigantescas de máquinas e equipamentos, o ser humano parece insignificante. Mas é só aparência. A razão de ser de todo investimento, empreendimento ou desafio a ser vencido é o ser humano. Por isso, a comunicação interna é essencial: para dar a devida atenção aos empregados em situações como essa que podem trazer uma percepção errada sobre o sentido do trabalho.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Comunicação interna e as conversas fiadas.

Sei que o “jogar conversa fora” é sinônimo de perda de tempo para gestores cujo foco é alcançar a produtividade máxima, mas uma boa conversa baseada na confiança mútua é a força motriz do entusiasmo e da motivação, além de ser a melhor dinâmica para o entendimento e o alcance das metas e a superação de desafios, bem como a alavanca de times de alta performance. Muito diferente do simples cumprir ordens ou do escutar o monólogo do chefe, sem dar um palpite sequer!

Saber dialogar é saber fluir numa via de mão dupla, aberta, uma vez que “dois monólogos não fazem um diálogo”. Por isso, a conversa fiada nos ensina a tecer um vai e vem de troca, de esclarecimento mútuo e de colaboração, cooperação e redução das fofocas de corredor. 


Ora, o que é a maledicência e o sarcasmo do ti ti ti nos corredores das empresas, senão o resultado patente da falta de confiança nos canais oficiais de comunicação interna? Quanto prejuízo as empresas não têm com conversas decoradas, sem energia ou crença real nas palavras, quase como num baile de máscaras?


O fiar de uma conversa é portanto, a possibilidade de se valorizar o diálogo enquanto escuta atenta do outro interlocutor, percebendo a riqueza de pontos de vista diferentes e muitas vezes inovadores. 

Uma conversa fiada na base da confiança, organizada num sistema de comunicação interna eficiente, frequente e planejado,  substituindo o simples disparo de informações e encerrando em definitivo com o antigo conceito de um emissor enviando uma mensagem para um receptor passivo deveria ser como um mantra de gestão eficiente. Capaz de motivar encerrar de vez com as fofocas da rádio corredor. 

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Comunicação interna é a luz da organização.


Se faltar luz na sua empresa todo mundo fica perdido, não é mesmo? Mas se faltar comunicação, seus empregados ficarão no escuro. Literalmente.

Se pensarmos que a palavra esclarece, a falta de comunicação interna pode criar tanto caos quanto a falta de luz. Aliás, sem uma comunicação interna eficaz, frequente, ágil, inteligente e organizada nenhuma empresa consolida sua cultura, gera engajamento entre seus funcionários ou avança num mercado competitivo. Os clientes são os primeiros a perceber isso porque os empregados também são clientes: se eles não compram a empresa, quem vai comprar?

Estabelecer um modelo de comunicação interna não é tão complicado assim. O maior problema é o nível de maturidade organizacional que impacta diretamente na energia das pessoas. nem sempre as empresas e suas lideranças estão prontas ou conscientes da energia e do engajamento produzido por um bom sistema de comunicação interna, a começar pela palavra, pelo diálogo.

A chamada comunicação face a face dentro das empresas ainda é um desafio que começa pela barreira emocional de saber lidar com as emoções e reações dos seres humanos. Como pessoas não são máquinas, fica difícil lidar com uma dimensão que não pode ser controlada por um manual técnico ou uma ordem. Pessoas não são coisas. Junte-se a isso o desconhecimento de muitos gestores em saber como fazer a "gestão de pessoas" muito além da gestão de recursos e pronto! Apagão...

Se a palavra é a luz que esclarece e guia, prazer em conhecer, quero ouvir o que você tem para me dizer!

Gostou deste conteúdo? Leia mais em ABERJE.

sábado, 2 de julho de 2016

Dicas de Comunicação Interna.

Para reduzir, combater e influenciar a rádio corredor, a rede de fofocas que se alastra pelas empresas e cresce cada vez mais - principalmente durante uma crise -, é preciso trabalhar a comunicação com os empregados de forma permanente, transparente, com agilidade e  sentido, significados claros e ainda coerência. Três dicas são fundamentais no meu entendimento. Dicas que não mudam, pode apostar.

Confira no vídeo!