Equipes que não se falam, chefes com portas fechadas, filiais distantes que só trocam e-mails...são vários fatores e situações que impactam a qualidade da comunicação interna nas organizações.
Uma delas é bastante comum e acontece logo quando um novo empregado é contratado e chega cheio de entusiasmo para trabalhar, mas é recebido pela atmosfera de sarcasmo e maledicência que começa no almoço e termina deixando o rastro pelos corredores. A fofoca e os comentários irônicos, na maioria das vezes, é provocada pela própria liderança, mas tem a contribuição natural de profissionais desengajados e interessados apenas no contra-cheque do final do mês. São eles que contaminam todo o restante do time.
Acontece, é natural, humano. Mas deve ser combatido com programas de team building e incentivos ao diálogo, com feedbacks permanentes. E isso não é obrigação de uma única área trabalhar, seja RH ou Comunicação, mas sim de todas as pessoas na empresa: você só particpa da fofoca se quiser, não é?
Todo mundo é responsável pelo ambiente de trabalho e um comentário maldoso afeta o conjunto. Podem apostar!
terça-feira, 9 de agosto de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
Academia Happy House.

A Happy House, agência especializada em endomarketing (ou marketing interno?) lançou sua academia para oferecer cursos e palestras. Dia 25 de março, próximo, será realizado o Endomarketing Estratégico e no dia 28, ainda em março, o Endomarketing x 2. Os dois com a participação de Analisa de Medeiros Brum.
Os preços estão muito em conta para estudantes e profissionais que resolvam investir por conta própria. O que é um convite para, de quebra, os participantes conhecerem Porto Alegre.
Mais informações? Acessem:www.happyhousebrasil.com.br
sábado, 20 de novembro de 2010
Rádio fofoca.

Rádio corredor, disse me disse, rádio peão...não tem jeito. Quem pretender controlar essa conversa de bastidor vai sair perdendo. O máximo que conseguiremos será influenciar essa rede de intrigas com a comunicação interna oficial. Bem feita, claro.
E nesse fiar, entre o ir e o vir das mensagens oficiais - com transparência e credibilidade, talvez seja possível reverter a fofoca negativa e mudar o rumo da prosa. Mas para isso a organização precisa ser coerente: ter maturidade para manter canais abertos com seus empregados e saber dar boas notícias mas também explicar as más. Confiança é isso.
E confiança é o melhor remédio contra a fofoca.
sábado, 13 de março de 2010
Significado, sentido, direção.
Alcançar vinte mil toneladas de minério ou vinte e duas mil toneladas, depois vinte e três mil., depois mais...Qual o sentido? Qual o significado? Produzir mais trinta mil barris de petróleo, gerar mais um milhão de quilowatts de energia e bater novo recorde de produção. Será que a corrida pela quantidade tem tanto sentido assim?
Algumas empresas já perceberam que a quantidade só significa quando esclarece o porquê da engrenagem toda. Quando deixa de fazer do empregado um alienado que aperta botão, alavanca e controles. Talvez mais petróleo seja necessário para mover o mundo, dar mobilidade para nossos automóveis, nossa vida na cidade e no campo. Talvez mais alguns milhões de toneladas de minério sejam necssários para construir novas pontes, novas ferrovias, mais navios. E oa tais quilowatts vão gerar mais eneregia para manetr todo esse sistema funcionando além de ciodades inteiras iluminadas. Ou seja, aqui a quantidade começa a siginificar alguma coisa além do tempo e do movimento gastos e repetidos para simplesmente aumentar a produção.
E depois, necessariamente, vamos precisar falar da qualidade...outra história para ser bem contada gerando significado e significância.
Algumas empresas já perceberam que a quantidade só significa quando esclarece o porquê da engrenagem toda. Quando deixa de fazer do empregado um alienado que aperta botão, alavanca e controles. Talvez mais petróleo seja necessário para mover o mundo, dar mobilidade para nossos automóveis, nossa vida na cidade e no campo. Talvez mais alguns milhões de toneladas de minério sejam necssários para construir novas pontes, novas ferrovias, mais navios. E oa tais quilowatts vão gerar mais eneregia para manetr todo esse sistema funcionando além de ciodades inteiras iluminadas. Ou seja, aqui a quantidade começa a siginificar alguma coisa além do tempo e do movimento gastos e repetidos para simplesmente aumentar a produção.
E depois, necessariamente, vamos precisar falar da qualidade...outra história para ser bem contada gerando significado e significância.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Entusiasmo? Dá pra medir?
Essa pergunta me veio à cabeça depois após minha palestra no Congresso da UDOP, em Araçatuba. Uma das perguntas que surgiram na sala era como a comunicação interna poderia gerar resultados práticos para o negócio. Reverti a questão retornando com outra pergunta: se não existisse comunicação existiria o próprio negócio?
Entendo que a exigência é cada vez maior para mensurar o ROI da comunicação interna. Mas quando um time está realmente jogando para ganhar(seja no vôlei, no basquete ou no futuebol por exemplo) em sintonia, integrado, em conjunto e a gente percebe a vibração e o entuisiasmo no rosto dos atletas, isso não é a comunicação no seu ápice?
A pergunta, não deveria ser então: como trazer este espírito para dentro da organização? Para dentro da empresa, da repartição pública? Porque é muito neurótico trabalharmos mais de oito, nove, dez horas por dia ficando no escritório mais tempo do que na nossa própria casa vivenciando um ambiente onde a comunicação interna é difícl, é cheia de barreiras, não é mesmo?
Como ficamos sem um técnico a nos motivar, dar os direcionadores, explicar a estratégia ali no face a face, ao lado do campo? Como ficamo sem um capitão, um líder na quadra? Como ficamos sem o compartilhar das próximas jogadas entre nossos colegas do time? E por fim, como ficamos sem o entusiasmo necessário para diante de um placar em desvantagem, reverter o jogo e vencer?
Portanto, dá para se mensurar o bem maior que a comunicação pode gerar que é o entusiasmo, a vibração, o desejo de realizar? E entusiasmo não se verifica em tabela de Excell, não aparece nem em pesquisa quatitativa. Porque é como uma "paixão". Dá pra mensurar uma paixão? Talvez muitas empresas não permitam falar de paixão no seu dia dia, por entender que negócio não rima com paixão. Mas, ao contrário, é a emoção o maior motor de um negócio. Ser apaixonado pelo que se faz - é muito mais do que um slogan publicitário, podem acreditar.
E sem comunicação interna permanente, transparente, confiável e sistematizada não há caminho racional para despertar a paixão por fazer acontecer. Para gerar a energia que faz de um grupo de profissionais um time vitorioso. E não mais um bando aguardando o contra-cheque no final do mês.
Comunicação é o combustível da paixão pelo fazer, pelo realizar, pelo transformar.
Entendo que a exigência é cada vez maior para mensurar o ROI da comunicação interna. Mas quando um time está realmente jogando para ganhar(seja no vôlei, no basquete ou no futuebol por exemplo) em sintonia, integrado, em conjunto e a gente percebe a vibração e o entuisiasmo no rosto dos atletas, isso não é a comunicação no seu ápice?
A pergunta, não deveria ser então: como trazer este espírito para dentro da organização? Para dentro da empresa, da repartição pública? Porque é muito neurótico trabalharmos mais de oito, nove, dez horas por dia ficando no escritório mais tempo do que na nossa própria casa vivenciando um ambiente onde a comunicação interna é difícl, é cheia de barreiras, não é mesmo?
Como ficamos sem um técnico a nos motivar, dar os direcionadores, explicar a estratégia ali no face a face, ao lado do campo? Como ficamo sem um capitão, um líder na quadra? Como ficamos sem o compartilhar das próximas jogadas entre nossos colegas do time? E por fim, como ficamos sem o entusiasmo necessário para diante de um placar em desvantagem, reverter o jogo e vencer?
Portanto, dá para se mensurar o bem maior que a comunicação pode gerar que é o entusiasmo, a vibração, o desejo de realizar? E entusiasmo não se verifica em tabela de Excell, não aparece nem em pesquisa quatitativa. Porque é como uma "paixão". Dá pra mensurar uma paixão? Talvez muitas empresas não permitam falar de paixão no seu dia dia, por entender que negócio não rima com paixão. Mas, ao contrário, é a emoção o maior motor de um negócio. Ser apaixonado pelo que se faz - é muito mais do que um slogan publicitário, podem acreditar.
E sem comunicação interna permanente, transparente, confiável e sistematizada não há caminho racional para despertar a paixão por fazer acontecer. Para gerar a energia que faz de um grupo de profissionais um time vitorioso. E não mais um bando aguardando o contra-cheque no final do mês.
Comunicação é o combustível da paixão pelo fazer, pelo realizar, pelo transformar.
sábado, 27 de junho de 2009
Pra garantir o controle?
Não há mais espaço para o sarcasmo, hipocrisia ou o baile de máscaras dentro das empresas. Uma geração chamada " Y " está chegando ao mercado de trabalho e vai quebrar todas as antigas regras e hierarquias. Essa geração já nasceu digital. Não conhecem um mundo sem a internet, sem o Google, sem o MSN e as comunidades de relacionameno. Publicam suas opiniões e se conectam em ondas de influência e interlocução infinitas.
Essa geração não vai entender organizações fechadas - sem voz interna, sem agilidade de respostas, onde o mural de avisos virou paisagem pois é um amontoado de notas velhas e inúteis. Ou onde a intranet é um amontoado de dados sem espaço para a interatividade.
Com essa geração não vai haver uma "rádio corredor", caso a comunicação na empresa seja de mão única. Ela vai ser a espiral permanente de notícias para o mundo. Dos corredores dos escritórios sisudos para fora, com direito à vídeo feito pelo celular e publicado no You Tube. Incontrolável, mesmo que alguns líderes queiram controlar como fazem com a edição do "jornalzinho" interno (aquele que nunca tem uma frequência de publicação respeitada porque tem sempre uma "última" mexidinha no texto, só para garantir o "controle".
Essa geração não vai entender organizações fechadas - sem voz interna, sem agilidade de respostas, onde o mural de avisos virou paisagem pois é um amontoado de notas velhas e inúteis. Ou onde a intranet é um amontoado de dados sem espaço para a interatividade.
Com essa geração não vai haver uma "rádio corredor", caso a comunicação na empresa seja de mão única. Ela vai ser a espiral permanente de notícias para o mundo. Dos corredores dos escritórios sisudos para fora, com direito à vídeo feito pelo celular e publicado no You Tube. Incontrolável, mesmo que alguns líderes queiram controlar como fazem com a edição do "jornalzinho" interno (aquele que nunca tem uma frequência de publicação respeitada porque tem sempre uma "última" mexidinha no texto, só para garantir o "controle".
domingo, 19 de abril de 2009
Sequestro dos chefes?

Fiquei abismado com as notícias sobre o sequestro de diretores executivos por trabalhadores, na França, como forma inédita de protesto contra demissões. Ficaram presos em suas salas ou dentro das fábricas os executivos das poderosas multinacionais Sony, 3M, Caterpillar e de outras empresas menores como Fulmen e Scapa.
Considero que a nova forma de protesto passa da conta, apesar de ser grave a crise e as demissões serem muitas vezes desumanas ou sem qualquer explicação, transtornando a vida de milhares de profissionais e suas famílias.
Contudo, não posso deixar de registrar (conforme matéria publicada no Valor Econômico de 16 de abril de 2009) que, todos esses executivos tinham em comum "o fato de evitarem a imprensa". E eu acabo concluindo que internamente estes administradores também não eram fãs do diálogo. Mas nada justifica a violência. Um erro nunca justifica outro.
Considero que a nova forma de protesto passa da conta, apesar de ser grave a crise e as demissões serem muitas vezes desumanas ou sem qualquer explicação, transtornando a vida de milhares de profissionais e suas famílias.
Contudo, não posso deixar de registrar (conforme matéria publicada no Valor Econômico de 16 de abril de 2009) que, todos esses executivos tinham em comum "o fato de evitarem a imprensa". E eu acabo concluindo que internamente estes administradores também não eram fãs do diálogo. Mas nada justifica a violência. Um erro nunca justifica outro.
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