segunda-feira, 4 de maio de 2015

Outdoor de gelo chama atenção para o desperdício de comida.


Um colossal painel de quatro toneladas de gelo contendo 
700 libras inglesas em moedas e notas congeladas foi a criação publicitária de uma campanha, em Londres, contra o desperdício de alimentos. Além do gelo, um peixe feito de dinheiro ia surgindo lentamente conforme o calor aumentava. 

Enquanto os imensos blocos de gelo iam derretendo, os transeuntes podiam ir recolhendo o dinheiro posicionado no formato de um peixe. O painel encomendado  foi feito para chamar a atenção das famílias inglesas sobre o quanto de comida elas desperdiçam todos os meses. A British Food Federation  e a Love Food Hate Waste quiseram alertar e encorajar as famílias inglesas a congelar os alimentos e não desperdiçar nenhum pedacinho de comida. 

Bela comunicação. Mas será que a água derretida foi toda para o ralo ou deu para reutilizar?

quarta-feira, 11 de março de 2015

A busca pela sustentabilidade.

Falar de marca, aparentemente, é apenas uma questão relativa à comunicação institucional ou ao marketing de um produto ou um serviço, mas este é um assunto que vai muito além dessas duas áreas. Marca tem relação com a cultura organizacional e, como já escreveu Ricardo Guimarães da Thymus, se uma cultura nasce na empresa, ela “só ganha valor no mercado”. Assim, o Branding e a Sustentabilidade demandam necessariamente uma integração cada vez maior. E integrar nunca foi fácil.

Nesse sentido, se considerarmos a busca pela sustentabilidade como fundamental para uma empresa, a partir de uma proposta de geração de resultados no longo prazo, equilibrando ganhos econômicos permanentes com respeito ao meio ambiente e maior harmonização nas relações sociais multistakeholders, buscando sempre o valor compartilhado com toda a ampla rede de relacionamentos, fica mais fácil entender como a sustentabilidade soma-se ao branding. 

As marcas com maior potencial de perenidade seriam aquelas capazes de irradiar uma admiração crescente para uma variada gama de públicos interlocutores e não apenas "o consumidor", "o acionista" ou "o cliente" de forma pontual. Marcas que pensam estrategicamente e trabalham de forma integrada conscientes de que pretendem criar vínculos mais do que atingir e fidelizar algum "público-alvo" sobreviverão a qualquer crise ou tormenta econômica.

Sustentabilidade nesse sentido, só existiria quando e se uma marca conseguisse perpetuar-se no tempo e não apenas através de uma vantagem competitiva "predadora", mas tornando-se uma referência de prestígio e valor compartilhado no mercado e na sociedade, incluindo nesse radar até os seus concorrentes. A sustentabilidade neste caso seria o sinônimo de uma marca que representasse a liderança institucional do seu setor de atuação. Belo desafio, não é?

segunda-feira, 2 de março de 2015

Educar para transformar.

Nosso anúncio em homenagem aos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro. Há 45 anos, a Estácio foi fundada no Rio com um olhar voltado para os trabalhadores alunos. Hoje já estamos em 80 Campi espalhados pelo Brasil. Somos mais de 15 mil colaboradores entre Docentes e funcionários e nossa folha de pagamento anual gira em mais de 1 bilhão de reais.


Facilitar o acesso e viabilizar uma educação transformadora para a Classe C e D é a nossa proposta, buscando a excelência. Afinal, quantidade não precisa ser necessariamente sinônimo de falta de qualidade, não é mesmo? O trabalho não é fácil, com certeza. Mas queremos ( e vamos ) transformar o Brasil pela educação. 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

A cura pela fala ou Freud na organização.

“Quais as emoções que a sua empresa sente?” é uma pergunta totalmente fora dos padrões corporativos, não é mesmo? Quantas vezes você já ouviu alguém preocupado com os sentimentos e os afetos nas relações humanas da organização onde você trabalha? Poucas, provavelmente. Talvez, nenhuma única vez. 

A boa nova é que essa realidade pode estar mudando. Se as áreas de Gente, com seus psicólogos e suas assistentes sociais, não deram conta de cuidar dos sentimentos das pessoas, algumas empresas já estão oferecendo serviços de apoio, por telefone, para empregados com depressão, tristeza crônica, desmotivação. Uma espécie de 0800 individual para questões que entram nesse território da alma humana. Trata-se de um canal onde o empregado pode falar sobre seus problemas e sentimentos sem se identificar, apenas para “desabafar”. Uma abertura para ser ouvido – como numa terapia, digamos assim.

Nossos sentimentos nos tornam humanos e nossas emoções simplesmente surgem, muitas vezes sem controle. Geralmente durante feedbacks ou mesmo nas reuniões. Muitas vezes os sentimentos se exaltam nas rodas de café, escapulindo com mais nitidez na famosa “rádio corredor” e cada vez mais, pelas redes sociais virtuais. Por isso mesmo, é necessário saber cuidar dos sentimentos humanos. Equilibrar razão e emoção. Saber abrir canais de escuta, de fala, de diálogo dentro das organizações.


Portanto, vamos falar sobre nossas emoções? Talvez já tenha passado da hora de trazermos Freud para dentro das organizações e colocar os afetos na agenda do cotidiano.

sábado, 26 de outubro de 2013

A comunicação interna sem briefing mas pode chamar de "pão quentinho a toda hora ".


 Sabe aquela conversa no meio do corredor com aquele diretor de área? Quando ele pediu para você ver um e-mail marketing bacaninha para uma ação de convocação da equipe de vendas? Ou aquele encontro no elevador, no qual a gerente de operações pediu um banner rápido ou uma faixa para colocar numa palestra? Pois então, aquela conversa aparentemente inocente foi um briefing! Acredite.

Eram os briefings de duas ações enormes de comunicação e que ficaram reduzidas a uma ou outra peça e naquele momento, claro, o pedido também foi “pra ontem”! Evidentemente que  tudo foi feito correndo, sem critério, sem estratégia, como se a comunicação trabalhasse como uma padaria. Isso lhe soa familiar? Você já viveu uma experiência "padoca" como essa?





Mande-me sua experiência, compartilhe aqui qual foi a sua saída quando uma segunda conversa já se avizinhava no horizonte dos corredores da empresa! Como você conseguiu evitar o estilo padaria na comunicação interna de sua empresa?

domingo, 13 de outubro de 2013

Questões fundamentais da comunicação interna.

Não gostamos de integrar.  Apesar dos discursos e das missões empresariais que sempre buscam moldar a cultura organizacional, existe uma enorme resistência para a integração.

Pensamos em modelos mecanicistas. Por isso, a integração torna-se tão difícil. Se percebemos as empresas como máquinas, vemos peças no lugar de pessoas, enxergamos circuitos no lugar de times de trabalho. Peças e circuitos são parte substituíveis de um conjunto. Como partes, são elos de uma corrente que se juntam apenas para o trabalho contínuo e independente. Não se integram porque não se perceberem como conexões vitais de um único corpo vivo.






A visão sistêmica, nesse sentido, é prioridade para a integração. Ou deveria ser. Compreender que não somos máquinas, mas organizações vivas é uma questão vital para uma comunicação empresarial que seja a linguagem de uma personalidade única, de uma única empresa, feita por pessoas que vivenciam a mesma cultura.


Em tempos de sustentabilidade, necessariamente devemos nos perceber como um conjunto vivo e não como uma amontoado de peças, cada uma com uma função. Não somos todos “colaboradores”? Então, não somos funcionários! Colaboradores trabalham em dependência e interatividade permanente, uns com os outros - laboram em conjunto, como células de um corpo. A integração e a sustentabilidade só acontecerão de fato se as pessoas mudarem seus modelos mentais. Do mecânico e linear para o sistêmico integral. 

A comunicação interna exerce influência fundamental nisso tudo, pois estimula e convoca a organização inteira para repensar e reaprender seu mindset. 

Portanto, deveria ser a prioridade número um da empresa. Para sua sustentabilidade e para a sua integração.

Foto da Schumacher College.



sábado, 14 de setembro de 2013

Sustentabilidade: tema transversal.

A sustentabilidade deve ser um tema transversal, capaz de permear toda a organziação. Nesse sentido, a comunicação interna, não só nos seus ferramentais, mas nos seus processos de diálogo e estímulo à construção de vínculos e da integração entre os diferentes departamentos da empresa cumpre um papel relevante.

Sua meta tem que ser a de educar o tempo todo. A pergunta: " Por que estamos fazendo isso? " deve ser feita e discutida sempre. Não há como fazer uma ação tática pontual em separado de um processo estratégico que costura uma linha maior, dentro de uma visão sistêmica. Nesse sentido, qualquer ato deve ser aproveitado para explicar e conectar missão, visão, valores e atributos desejados da marca através de exemplos práticos.

A Estácio fez exatamente isso. Ao longo dos anos sempre homenageava o Dia Mundial do Meio Ambiente como uma data isolada. Em 2013, realizou a sua primeira Semana da Sustentabilidade ampliando a visão da sustentabilidade para além do tema ambiental. Agora, a empresa trabalha em cinco pilares: econômico, ambiental, social, governança corporativa e educação. Faz sentido, pois é uma empresacom capital aberto  na Bolsa e tem como razão de existir a transformação da sociedade através da educação.

Ao longo da semana foram trabalhados temas ligados à mobilidade urbana (um tema material, com certeza), desperdício, respeito à diversidade, economia, segurança e atendimento aos alunos. A ação teve participação de áreas ligadas à diretoria de RH, de Marketing, Operações, Ensino e da Diretoria Institucional que cuida, neste momento, do estímulo e do incentivo à sustentabilidade dentro da organização.