quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Bjorn Lomborg.Ativista confiável ou fraude?

Bjorn Lomborg. Ativista confiável ou fraude? O estatístico e cientista político dinamarquês Bjorn Lomborg defende que a "transição energética global" rumo ao Net-Zero é um mito e não está acontecendo. E talvez nunca deva acontecer de fato. Lomborg é presidente da organização Copenhagen Consensus Center e conhecido internacionalmente como um "ambientalista cético", Lomborg argumenta que as políticas climáticas atuais focadas em subsidiar energia solar e eólica falharam em substituir os combustíveis fósseis e que não existe transição energética, mas ampliação adicionalidade de opções. Os argumentos de Lomborg. Lomborg baseia sua afirmação de que "a transição não existe" de fato, em quatro pontos principais: 1. Adicionalidade, não substituição: Bjorn aponta que, embora o mundo esteja investindo cerca de US$ 2 trilhões por ano em energias renováveis, o consumo de combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás) continua subindo. Para cada seis unidades de energia limpa adicionadas à rede, menos de uma unidade realmente substitui o combustível fóssil — o restante serve apenas para suprir o aumento da demanda global. Uma substituição total levaria décadas e impactaria grandes indústrias e toda a economia global. 2. Custo inviável: Lomborg cita estimativas de economistas indicando que forçar o tal "Net-Zero" (as chamadas emissões líquidas zero) até 2050 custará cerca de trilhões de dólares anuais. Na União Europeia, esse gasto passaria de 10% do PIB ao ano, superando a soma de todos os gastos governamentais com saúde, educação, defesa e justiça combinados. Ou seja, o caos imediato seria maior que qualquer benefício n6mo lo6ngo prazo sem garantias de efeitos positivos. 3. Intermitência e dependência: fontes como o sol e o vento são baratas apenas quando as condições climáticas são ideais! Sem baterias 99% mais baratas do que as atuais para armazenar energia em larga escala, essas fontes exigem verdadeiras usinas de combustíveis fósseis ligadas como um "backup" para evitar apagões. Uma incoerência completa. 4. Punição aos mais pobres: o encarecimento da energia decorrente de subsídios e taxas de carbono é uma verdadeira punição para as populações mais vulneráveis e impede que países em desenvolvimento (como muitos na África) usem a energia fóssil mais barata para sair da sua situação de pobreza. O que Lomborg propõe? Lomborg não chega a negar as mudanças climáticas, mas alega que além do sensacionalismo alarmista, que elas seriam um problema gerenciável e não o "fim do mundo". Em seus artigos publicados em veículos como o WSJ - The Wall Street Journal, ele recomenda: • Foco em pesquisa e desenvolvimento: em vez de forçar a adoção de tecnologias caras e ineficientes ara as realidades de diferentes industrias e países hoje, os governos deveriam investir massivamente em inovação para tornar a energia verde genuinamente mais barata acessível e eficien6mte de fato para que os combustíveis fósseis realmente pudessem ser substituidos no futuro. • Prosperidade: países ricos lidam muito melhor com desastres climáticos e a poluição é mais ligada ao subdesenvolvimento econômico. As sociedades ricas têm infraestrutura resiliente e sofrem muito menos mortes por eventos climáticos do que no século passado. Lomborg diz que o foco de curto prazo deveria ser erradicar a pobreza, as doenças e a fome, que custaria muito menos dinheiro do que os trilhões investidos para conter as mudanças climáticas. E você? Discuta com seu grupo de estudos as questões colocadas por Bjorn Lomborg. Acesse: WSJ https://www.wsj.com/opinion/the-green-energy-transition-that-wasnt-subsidized-renewables-dont-work-397c783d Copenhagen Consensus Center https://copenhagenconsensus.com/ LIVRO: FALSE ALARM

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Indústria de Óleo & Gás: uma reputação cheia de energia.

A defesa da reputação no setor de petróleo e gás não se sustenta apenas com discursos elaborados, mas com a coerência entre a promessa de marca e a prática diária. O marketing moderno para essa indústria deve focar na criação de valor a longo prazo e no diálogo constante, humanizando o setor e demonstrando seu papel como um agente essencial e responsável na construção da matriz energética do futuro.

domingo, 2 de agosto de 2026

Comunicação Interna como "ferramenta" de gestão.

A comunicção interna sempre foi uma área desafiadora. Na verdade, não deveria ser vista como "área"ou departamento, mas como jito de trabalhar, alavanca e dinâmica de gestão e relacionamentos humanaos na organização. Contudo, isso depende muito do nível de maturidade da organização e de suas lidernças. A culturaa é o reflexo dos comportaentos e atitudes das suas pessoas.Principalmente das lideranças, afinal quem tem mais poder, infuencia muito mais o grupo. Confiram aqui esse ingfográfico que crieipara tentar mapear os níveis organizaionais, segundo seus modelos de comunicação interna. E vamos fazer a sua comunicação interna decolar?

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

domingo, 18 de janeiro de 2026

NR-1. A Liderança como "EPI"?

 

NR-1. A Liderança como "EPI"?


Luiz Gaulia - imagem gerada pelo ChatGPT 2026

O ano de 2026 fez surgir uma enxurada de informações e postagens sobre a nova NR-1, uma exigência legal que pretende garantir a saúde mental nas organizações.

A nova NR-1 coloca o que sempre defendi em minhas consultorias, aulas de comunicação interna e formação de líderes: o comportamento, a atitude e a palavra do líder são fatores determinantes para a segurança psicológica dos times de trabalho e por tabela, para a saúde mental. A liderança mantém o foco sobre metas e resultados mas vai passar a ser também um apoio para a segurança psicológica

Os líderes serão como EPIs ou "Equipamentos de Proteção Individual" para as pessoas sob sua gestão direta e como bons cuidadores, como exemplos para todos na empresa. Mas desta vez com o peso do regulador que vai fiscalizar as aplicações e melhorias. 

Então, é hora de preparar-se para a pior parte da NR-1: a fiscalização.O líder do futuro é aquele que compreende que o cuidado com as emoções e a mente do colaborador é a melhor estratégia de sustentabilidade operacional, além de melhoria no ambiente de trabalho: clima, relações, conversas e confiança.

Que ajuda? Podemos construir juntos essa nova realidade e esse ambiente de segurança psicológica nas organizações?

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Band News entrevista: LUIZ GAULIA sobre inovação e sustentabilidade.



Inovação e sustentabilidade? Educação executiva e aprendizado contínuo? ESG na prática e gestão? Quer saber mais?

Confira a entrevista com Luiz Antônio Gaulia - Consultor e professor do Ibmec.