sábado, 6 de julho de 2013

Integração - um modelo.

O modelo do catavento já simbolizou muitas estratégias de comunicação interna para explicar a necessária integração entre veículos e discursos. Várias empresas já se utilizaram dessa imagem. Contudo, nem sempre ficou claro que o papel da gestão da marca também deve acontecer em sintonia por todo o conjunto. Basta lembrar que todos os movimentos repercutem no centro dessa roda do catavento, influenciando o valor central (institucional) da marca. Se uma dessas partes se quebra ou rompe com o núcleo, o desequilíbrio impede o funcionamento do todo e nenhuma parte funcionará direito.



Integração é assim, questão fundamental em qualquer modelo de comunicação. Integração é fator vital para influenciar a "rádio peão" - agora em versão digital e virtual com um poder de propagação explosivamente maior através da tecnologia. O empregado não conversa mais somente na rodinha do café, ele comenta on line e aí a rádio peão ganha os corredores do mundo. Quem não perceber isso vai ficar falando para as paredes, com um catavento quebrado nas mãos...

terça-feira, 23 de abril de 2013

Duas beldades. Uma marca.

A tenista Maria Sharapova é a nova embaixadora mundial da marca Porsche. A atleta russa assinou um contrato de três anos para representar a marca mundial de automóveis esportivos e luxuosos. Uma combinação de duas belezas: uma tenista lindíssima e um design igualmente estonteante dão mais brilho e valor ao nome Porsche. Atributos que se combinam e reforçam a admiração e o prestígio de uma marca.


sábado, 2 de março de 2013

Para refletir sobre a comunicação interna.

Pensar a comunicação interna é pensar nas relações e nos modelos administrativos existentes. Como se fala, quando se fala, o quê se fala. Como se escuta, como se conversa, qual o propósito das reuniões e dos encontros, dos eventos, dos rituais.

Pensar estrategicamente a comunicação interna é começar a perceber o fluxo de energia e de entusiasmo das pessoas no seu local de trabalho e como a vivência da marca, de seus valores e seus atributos desejados acontece de fato. Por isso, nada melhor do que estudar os gurus, trocando conhecimentos também com os comuns e partir das teorias para construir as melhoress práticas.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Coletiva de imprensa.

Comunicador tem que se virar nos trinta, não tem jeito. O que é ótimo para descobrir novas fronteiras profissionais e conduzir desafios com renovada maestria.


Como por exemplo, moderar uma coletiva de imprensa para o lançamento das Trump Towers Rio, no Palácio da Cidade (RJ), com a presença maciça de veículos internacionais e brasileiros, além de autoridades como o Prefeito do Rio de Janeiro e empresas como a Caixa, a Construtora Even e a MRPI da Bulgária. Além de Donald Trump Jr!

Confesso a vocês, nunca tinha feito isso antes. Mas valeu. Além de traçar o plano da coletiva em conjunto com a super equipe da Approach Comunicação Integrada, acabei conduzindo o encontro.



segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Mochila Som.

Comunicar é a palavra-chave para se levar informação e conscientização às comunidades de baixa renda. Para que a Light consiga alcançar todos os moradores e informar as ações do Programa Comunidade Eficiente a divulgação a partir de um conjunto de ferramentas acaba se tornando fundamental na busca de resultados positivos.

A Light realiza ações diversas e constantes para ampliar ainda mais o espaço de discussão sobre o uso consciente de energia. Para conquistar essa amplitude, é realizado um trabalho de comunicação pelas ruas, becos e vielas através de ferramentas como carro e moto de som, rádios-poste, cartazes e faixas.




Mas não são só estes os veículos da empresa!  A Light pôs em prática uma nova tática:  a Mochila Som. Com esta mochilinha nas costas, agentes da empresa levam a voz da energia consciente a todos os cantos das comunidades. Sempre que há alguma atividade sendo realizada nas comunidades, a mochila (e o mochileiro) estão presente tentando comunicar e informar a comunidade. Boa tática?

FONTE: website da Light - http://conexaolight.com.br/02/mochila-som-comunicacao-em-todos-os-cantos-da-comunidade/

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Energia, entusiasmo e comunicação.



A energia e o entusiasmo de uma equipe de trabalho seja ela um time de futebol, um grupo de estudantes, um coral, uma turma de engenheiros ou operários é uma dimensão humana que me parece impossível de ser mensurada ou calculada.

Por certo, quando um time concretiza uma conquista, tem sucesso numa determinada vitória, toda esta emoção parece clara, necessária e valiosa. Como a própria vitória. Entretanto, vamos combinar que ela não tem uma fórmula matemática, sendo fruto de uma série de fatores.

O que faz um colaborador de uma escola de samba trabalhar o ano inteiro, após o seu expediente profissional, de maneira voluntária, altas madrugadas, para desfilar por 50 minutos uma única vez ao ano (se a escola ganhar, ele desfila mais 50 minutos)? Isso é um mistério completo. Essa energia emocional não cabe nas tabelas de cálculo ou nas métricas matemáticas disponíveis. Não está anexada nos diplomas dos cursos, nem está listada nos indicadores de uma organização.

Mas faz a diferença. Muita diferença. Por certo, a comunicação deve ser fator vital nesse estímulo: uma comunicação que traduza sentidos e significados ao trabalho da equipe e provoque um senso de pertencimento, uma mentalidade de "dono" do resultado almejado, do trabalho feito e da ideia de construir o próprio destino.

Não importa. O futuro, como escreveu Prahalad, será feito através da energia das pessoas. 

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Comitê ABERJE RIO de Comunicação Interna.

Sexta-feira passada estive reunido com jornalistas, publicitários e comunicadores empresariais do Rio de Janeiro no comitê da ABERJE sobre Comunicação Interna.

Entre outras questões conversamos sobre o fim das fronteiras entre o que é interno e o que é externo, numa reflexão importante para os novos tempos: os profissionais não deixam de ser cidadãos, pais, professores, eleitores, síndicos, pastores etc. quando passam pela porta da empresa e cumprem suas jornadas diárias.

Claro, é preciso conhecer as regras, as diretrizes e a cultura da organização na qual trabalhamos, mas não há como se dividir uma pessoa em duas. Nossas crenças, gostos, estilos continuam existindo. E no que se refere à comunicação interna é preciso estar atento para esses gostos e estilos pessoais para que consigamos entregar as mensagens corporativas de maneira relevante, significativa, permanente e inteligente.

Ou seja, a busca pelo equilíbrio entre o que precisamos repassar sobre a empresa e os objetivos do negócio devem ser alinhados ao máximo com o que cada empregado tem de pessoal e único. Não existe mais espaço para se entregar um formato de comunicação que tente servir para todos os públicos de uma só vez, dentro da organização.

Certamente, um desafio para nós comunicadores!