sábado, 6 de outubro de 2012

Pacificação polêmica.

O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) negou recurso da fabricante de lingerie Duloren contra a decisão de proibir a veiculação de campanha publicitária. Lançada em março, com o slogan "Pacificar foi fácil. Quero ver dominar", a propaganda deixou de ser veiculada em maio por ordem do Conar. A peça faz menção à pacificação da Favela da Rocinha, na zona sul do Rio, ocorrida em novembro de 2011 como preparação para a instalação de Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).

Sessão de 31 de julho negou o recurso da Duloren, mas o resultado só foi divulgado agora.

Na foto que compõe a propaganda, uma moradora da Rocinha, a depiladora Ana Paula da Conceição Soares, de 29 anos, aparece de lingerie, com olhar desafiador e segurando um quepe militar. Ao fundo, um homem com roupa semelhante ao uniforme do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), a tropa de elite da Polícia Militar do Rio, aparenta estar desacordado. O cenário ao fundo é o de uma favela e no alto da foto se lê o slogan.


TEXTO: Jornal Estado de São Paulo.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Outros bichos da comunicação...Siri.

Quem precisa telefonar para um amigo, um parente, um vizinho e conversar? Agora, já se pode falar com Siri, uma voz robotizada saída diretamente de um dispositivo multifuncional, portátil, de alcance global e repleto de opções e diversão: o I Phone da Apple.

Sinal dos tempos?Não. Solução para os solitários e tímidos em substituição à barulhenta televisão ligada na sala? Talvez. Sonho de consumo de milhares de usuários? Com certeza: a próxima onda do desejo para milahres de pessoas.

O gadget é mais uma novidade tecnológica de um tempo onde aparelhinhos com nomes engraçados de toda espécie surgem, fascinam, conectam e transformam o jeito de viver, sentir, dialogar. Inovador, inofensivo, preocupante ou simplesmente maravilhoso? Escolha seu adjetivo, atribuot da marca. Este é o mundo da tecnologia no poder! Se você está de fora, você simplesmente não existe e não resiste. Até os talibsn mais extremistas anseiam por objetos como  o (a) Siri, capazes de dar voz à sua revolução fundamentalista.  

Portanto, estar in, mesmo que seja de maneira depressiva, largado na sua poltrona sepulcral, numa sala casa escurecida, isolado do mundo. John Malkovich que o diga.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Transforme sua INTRANET numa verdadeira rede social.

Já pensou em fazer da sua intranet corporativa uma verdadeira rede social? Imagine a possibilidade e o potencial de diálogo, relacionamento, integração e sinergia criado a partir de uma rede aberta, personalizada, capaz de misturar a sociabilidade e o profissionalismo, potencializando o canal enquanto uma ampla plataforma de conhecimentos corporativos compartilhados!

Não falo de um site chato, monótono, cheio de obrigações, regras e restrições. Sem qualquer apelo para que o usuário o utilize, além das obrigações trabalhistas usuais. Falo de um ponto de encontro com múltiplas possibilidades e uma infinita gama de opções de conversas, onde os objetivos da empresa sejam o balizador principal da interatividade. Tudo com liberdade suficiente para que a navegação torne-se um convite áreas diferentes interagirem em sintonia e não apenas por obrigação. Nesta rede, esqueça o e-mail e deixe a organização conversar, encontrar-se virtualmente e reconhecer afinidades, objetivos comuns, soluções compartilhadas. E, claro, socializar!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Comunica ou não comunica?

Equipes que não se falam, chefes com portas fechadas, filiais distantes que só trocam e-mails...são vários fatores e situações que impactam a qualidade da comunicação interna nas organizações.

Uma delas é bastante comum e acontece logo quando um novo empregado é contratado e chega cheio de entusiasmo para trabalhar, mas é recebido pela atmosfera de sarcasmo e maledicência que começa no almoço e termina deixando o rastro pelos corredores. A fofoca e os comentários irônicos, na maioria das vezes, é provocada pela própria liderança, mas tem a contribuição natural de profissionais desengajados e interessados apenas no contra-cheque do final do mês. São eles que contaminam todo o restante do time.

Acontece, é natural, humano. Mas deve ser combatido com programas de team building e incentivos ao diálogo, com feedbacks permanentes. E isso não é obrigação de uma única área trabalhar, seja RH ou Comunicação, mas sim de todas as pessoas na empresa: você só particpa da fofoca se quiser, não é?

Todo mundo é responsável pelo ambiente de trabalho e um comentário maldoso afeta o conjunto. Podem apostar!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Academia Happy House.


A Happy House, agência especializada em endomarketing (ou marketing interno?) lançou sua academia para oferecer cursos e palestras. Dia 25 de março, próximo, será realizado o Endomarketing Estratégico e no dia 28, ainda em março, o Endomarketing x 2. Os dois com a participação de Analisa de Medeiros Brum.

Os preços estão muito em conta para estudantes e profissionais que resolvam investir por conta própria. O que é um convite para, de quebra, os participantes conhecerem Porto Alegre.

Mais informações? Acessem:www.happyhousebrasil.com.br

sábado, 20 de novembro de 2010

Rádio fofoca.


Rádio corredor, disse me disse, rádio peão...não tem jeito. Quem pretender controlar essa conversa de bastidor vai sair perdendo. O máximo que conseguiremos será influenciar essa rede de intrigas com a comunicação interna oficial. Bem feita, claro.
E nesse fiar, entre o ir e o vir das mensagens oficiais - com transparência e credibilidade, talvez seja possível reverter a fofoca negativa e mudar o rumo da prosa. Mas para isso a organização precisa ser coerente: ter maturidade para manter canais abertos com seus empregados e saber dar boas notícias mas também explicar as más. Confiança é isso.
E confiança é o melhor remédio contra a fofoca.

sábado, 13 de março de 2010

Significado, sentido, direção.

Alcançar vinte mil toneladas de minério ou vinte e duas mil toneladas, depois vinte e três mil., depois mais...Qual o sentido? Qual o significado? Produzir mais trinta mil barris de petróleo, gerar mais um milhão de quilowatts de energia e bater novo recorde de produção. Será que a corrida pela quantidade tem tanto sentido assim?

Algumas empresas já perceberam que a quantidade só significa quando esclarece o porquê da engrenagem toda. Quando deixa de fazer do empregado um alienado que aperta botão, alavanca e controles. Talvez mais petróleo seja necessário para mover o mundo, dar mobilidade para nossos automóveis, nossa vida na cidade e no campo. Talvez mais alguns milhões de toneladas de minério sejam necssários para construir novas pontes, novas ferrovias, mais navios. E oa tais quilowatts vão gerar mais eneregia para manetr todo esse sistema funcionando além de ciodades inteiras iluminadas. Ou seja, aqui a quantidade começa a siginificar alguma coisa além do tempo e do movimento gastos e repetidos para simplesmente aumentar a produção.

E depois, necessariamente, vamos precisar falar da qualidade...outra história para ser bem contada gerando significado e significância.